Perto da praia da Cruz-Quebrada tivemos três estações:
- A primeira, de aquecimento e interação (utilizando uma parede grafitada), com a tarefa de utilizar movimentos lentos como de passando de uma posição para outra. Foi explicita a concentração de cada um em si mesmo e da preocupação com a escuta e exploração do espaço (sentir e perceber as diferentes texturas da parede e possibilidades de movimento); ao longo do exercício os movimentos foram-se tornando um pouco mais diversificados, com algumas variações de nível (ainda que não muitas); é muito interessante o contraste do som emitido pela passagem do comboio com os nossos movimentos, já que nesta primeira passagem do comboio todos optámos por não reagir ao estímulo sonoro (o que não aconteceu em situações mais à frente).
- A segunda estação foi na ponte onde passa o comboio: foi visível em bastantes momentos uma certa "racionalização do movimento", como se estivéssemos a pensar "e o que faço a seguir?" talvez devido às caraterísticas do espaço, à sua altitude e pelo facto de não nos ser tão familiar. Enquanto uns buscavam o movimento no seu interior, outros procuravam interagir com o espaço e outros ainda interagiram com os colegas; existiram momentos de interessante relação som-movimento aquando a passagem do comboio; as dinâmicas de movimento não foram tão diversificadas como ocorreu noutras ocasiões. Penso que seria bastante interessante ter trabalhado mais vezes neste espaço e ver a evolução de exploração que sucederia.
- A terceira estação decorreu no areal, em que, a pares, um dos elementos teve de reagir aos estímulos sonoros proporcionados pelo outro.
Podem aqui ser consultados os vídeos recolhidos pela professora.
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| Imagens de autoria mjalves |
A praia é sem dúvida um local inspirador!
A sentir-me revitalizada

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