Um óptimo local para a aula seguinte à temática das rotinas: chiado às 9:30h, um local de privilegiado movimento, ora de turistas, ora de trabalhadores, ora de pessoas atrasadas para o trabalho. Cada um passa com a sua missão mas não deixa de reparar no grupo de estudantes que inicia a aula em roda com uma energia grupal canalizada exclusivamente no tacto (começando pelas mãos até envolver o corpo todo) - um desafio aos sentidos! Progressivamente, e após transmitir e receber energias, cada um seguiu o seu caminho, ora imitando os demais, ora moldando os colegas em esculturas que ganhavam a sua própria vida. O olhar curioso das pessoas e a tímida interação.
Trabalhámos o cânon na Praça Luís de Camões, tarefa nem sempre fácil pelo elevado número de elementos do grupo, sendo que esta tarefa teve um melhor resultado quando a realizámos posteriormente na Praça de São Luiz, dividindo a turma em dois grupos. Foi um pouco retomar a sensação que tive na primeira aula no primeiro contacto com a nossa oficina, embora já com uma outra bagagem que tornava tudo mais simples e melhor.
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| Imagens de autoria mjalves |
A sentir-me plástica

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