theatre history, for example in commedia dell' arte, which has ben practised in Italy from about the mid-sixteenth century.” (Allain & Harvie, 2006, p.161).
Saber que ia trabalhar a improvisação dita e assumida por si só "impõe respeito", acrescentando a adaptação a uma nova professora, sendo que nesta primeira aula senti-me um pouco a medo e de pé atrás.
Após uma breve contextualização teórica, no aquecimento explorámos diferentes velocidades e trajetórias de deslocamento; de seguida fizemos uma adaptação de jogos infantis como o "Sr. Doutor" para criar percursos (nunca me tinha ocorrido que podiam haver estratégias tão simples que proporcionassem a criação); seguiram-se atividades como a de a formação de uma massa em que quem estava no extremos improvisava sendo imitado pelo resto da massa (semelhante ao "triângulo de improvisação") e quando o líder mudava de direção, consequentemente mudava o líder da improvisação; manipulação a pares e depois em trios (não tive grande facilidade neste exercício no que diz respeito à modulação do estímulo que efetuava ou da resposta ao estímulo recebido); improvisação ao som de uma música com o objetivo de reagir às diferentes "camadas musicais" (uma das minhas temáticas preferidas) com uma esporádica introdução de um movimento como quebra. Posteriormente, realizámos todos os exercícios anteriormente trabalhados desta vez encadeados em sequência, sendo que no último exercício a música era diferente da qual utilizámos para trabalhar mas o objetivo era comportarmo-nos como se estivéssemos perante a música anterior.
O trabalho desenvolvido hoje vai criar a base para progredirmos até ao contacto improvisação nas aulas seguintes.
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| Imagens de autoria mjalves |
A sentir-me desafiada

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