Nós e o espaço, deslocar o mais longe possível de todos, deslocar o mais próximo de todos em contato, novamente conexões sentíveis mas não visíveis.
Uma palavra, um diálogo, a exploração de um universo de possibilidades. A força da comunicação não verbal.. digo, existia uma palavra, mas não passava de um conjunto de letras articuladas entre si, já que tudo partia da intenção que lhe dávamos e da linguagem corporal que transmitíamos. Foi bastante interessante ver as diferentes dinâmicas que cada par possuía, de caráter mais conflituoso ou mais afetivo, mais subordinado ou simplesmente neutro; o meu diálogo com a Maria traduziu-se numa defesa de pontos de vista que culminou com o estado consensual (engraçado como reflete bastante a nossa dinâmica relacional!). De salientar que me foi bastante difícil explorar este exercício com todo o ruído produzido por todos os pares em simultâneo.
Posteriormente a conversação entre os pares passou para o domínio motor, sendo que naturalmente com o passar do tempo se tornou num diálogo grupal, que nos criou novos problemas e abriu novas possibilidades que restauraram a dinâmica que se foi perdendo ao longo do exercício, devido à sua extensão e a não tão grande disponibilidade individual - talvez por este ser uma exercício que já tínhamos realizado algumas vezes noutras disciplinas anteriores.
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A sentir-me com um misto de sensações

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