Depois da apresentação da disciplina bem como das temáticas a abordar e das tarefas a realizar, dia 10, hoje foi para alguns de nós o primeiro contato com a nossa oficina.
Suspense, mistério, imaginário.
Entrar no estúdio e ser imitada, ser o modelo, o comando.. e agora? este sentimento de "posse" é em primeira instância assustador; mas depressa passa a ser encarado como um desafio, uma sensação de liberdade de exploração de movimento. A primeira reação de não saber o que fazer.. até que decidi ver até onde a música me levava.. até que percebi que os meus movimentos eram nada mais que a transmissão daquilo que eu estava a sentir: timidez da observação; não eram movimentos tímidos, pouco amplos ou com medo de se afirmarem, mas sim movimentos que remetiam para esta minha caraterística e sentimento. Mas depressa passei ao aproveitar do momento, ao explorar de ideias e movimentos.. A música continua e não sabemos quando vai parar e o que vai acontecer! Com o passar do tempo começa recomeça a autoanálise e a racionalidade, aspetos que tentei contrariar com a reutilização de ideias anteriores. Esta foi sem duvida uma aula marcante e os três aspetos que considero mais interessantes foram a reação de cada pessoa que entrava no estúdio quando se apercebia que os restantes eram senão múltiplos dela, vivenciar os dois "papéis" (comando e comandado) e a forma como aquilo que somos e sentimos se reflete no nosso movimento, principalmente em situações destas inesperadas!
A sentir-me entusiasmada

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